Statement: Impact of United States Government Terminations and Stop Work Orders on m2m
Like many other organisations worldwide, mothers2mothers (m2m) has been significantly affected by the United States Government’s (USG’s) stop work orders and subsequent contract terminations.
While much remains unclear, at this time 700,000 people across three African countries (Lesotho, South Africa, and Zambia) have lost access to health services provided by m2m. Terminated or paused programmes implemented by m2m and supported by the USG include those designed: to prevent mother-to-child transmission of HIV, to help orphans and other vulnerable children navigate HIV and other health and social issues, and to prevent, diagnose and treat tuberculosis…all while creating employment and advancement opportunities in local communities. Since 2001, m2m’s work has been anchored in shared humanity, stopping preventable diseases, and developing a clear path to national government leadership. As a result, it is our firm belief that we have not only helped to make the communities we work in safer, healthier, and more resilient, but also advanced the stated priorities of the new U.S. administration—to ensure America is “safer, stronger, and more prosperous.”
Due to our diversified funding and through strategic use of our financial reserves, m2m’s work will continue. We are more determined than ever to use our proven, peer-led model to bring integrated primary healthcare services at scale to African communities who need them most, to share our learnings to strengthen health systems, and to increase our collective capacities and impact in addressing preventable diseases. We will reposition m2m so that the organisation is best able to deliver on these objectives in this new global development environment. In this way, we will help to end the HIV/AIDS pandemic and reduce preventable death and illness. If you are interested in learning more or partnering with us, please get in touch using the contact details below.
However, as a result of USG funding cuts, m2m has been faced with no choice other than to embark on retrenchment consultations with our staff. It is possible that more than 1,000 frontline health workers will be laid off in the coming weeks due to project terminations. Almost all of these are African women living with HIV, and many are the primary breadwinners for their families. In addition, many roles at our implementing country offices, our headquarters in South Africa, and our affiliated offices in the United Kingdom and the United States will also be affected.
We are saddened by this reality and are committed to supporting our staff as best we can during this unprecedented and challenging period. We urge organisations hiring for relevant roles to consider applications from m2m staff, and to reach out to us if you have specific opportunities that you’d like to discuss further. m2m employees are highly trained, skilled, and deeply committed to our shared belief that health is a basic human right and a bedrock of opportunity for all. We are confident they would be an asset to many organisations.
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To discuss partnership with us at this time, please reach out to: Tricia Cassidy, Senior Director of Business Development – [email protected]
To discuss employment opportunities for m2m staff, please contact: Meaka Biggs, Chief People Officer – [email protected]
Portuguese Version
Declaração: Impacto das rescisões e ordens de interrupção de trabalho do governo dos Estados Unidos na m2m
20 de março de 2025. Tal como muitas outras organizações em todo o mundo, a mothers2mothers (m2m) foi significativamente afetada pelas ordens de paragem de trabalho do Governo dos Estados Unidos (USG) e subsequentes rescisões de contrato.
Embora continuamos com pouca clareza, neste momento 700.000 pessoas em três países africanos nomeadamente Lesoto, África do Sul e Zâmbia perderam o acesso aos serviços de saúde prestados pela m2m. Os programas previamente apoiados pelo Governos dos EUA e implementados pela m2m que tenham sido cancelados ou interrompidos incluem aqueles concebidos para: prevenir a transmissão do VIH de mãe para filho, ajudar os órfãos e outras crianças vulneráveis a lidar com o VIH e outras questões sociais e de saúde, e prevenir, diagnosticar e tratar a tuberculose… tudo isto enquanto criam-se oportunidades de emprego e de progresso nas comunidades locais. Desde 2001, o trabalho da m2m tem estado assente na humanidade partilhada, na prevenção de doenças evitáveis e no desenvolvimento de um caminho claro para a liderança dos governos nacionais. Como resultado, acreditamos firmemente que não só ajudámos a tornar as comunidades em que trabalhamos mais seguras, mais saudáveis e mais resilientes, mas também avançámos com as prioridades declaradas pela nova administração dos EUA – para garantir que a América é “mais segura, mais forte e mais próspera”.
Devido ao nosso financiamento diversificado e através da utilização estratégica das nossas reservas financeiras, a m2m continuará a ser uma organização em atividade. Estamos mais determinados do que nunca a utilizar o nosso modelo comprovado, liderado por pares, para levar serviços integrados de cuidados de saúde primários em escala às comunidades africanas que mais precisam deles, para partilhar as nossas aprendizagens para reforçar os sistemas de saúde e para aumentar as nossas capacidades colectivas e o impacto no tratamento de doenças evitáveis. Vamos reposicionar o m2m para que a organização esteja mais apta a cumprir estes objectivos neste novo ambiente de desenvolvimento global. Desta forma, ajudaremos a acabar com a pandemia do VIH/SIDA e a reduzir as mortes e doenças evitáveis. Se estiver interessado em saber mais ou em estabelecer uma parceria connosco, contacte-nos utilizando os dados de contacto abaixo.
No entanto, em consequência dos cortes de financiamento do USG, a m2m não teve outra opção senão iniciar diligências para a redução de pessoal. É possível que mais de 1.000 profissionais de saúde da linha da frente sejam despedidos nas próximas semanas devido ao fim dos projectos. Quase todos eles são mulheres africanas que vivem com o VIH e muitas delas são as principais responsáveis pelo sustento das suas famílias. Além disso, muitas funções nos nossos escritórios nacionais de execução, na nossa sede na África do Sul e nos nossos escritórios afiliados no Reino Unido e nos Estados Unidos também serão afectadas.
Estamos tristes com esta realidade e estamos empenhados em apoiar o nosso pessoal da melhor forma possível durante este período sem precedentes e difícil. Apelamos às organizações que estão a contratar para funções relevantes para que considerem candidaturas de funcionários da m2m e para que nos contactem se tiverem oportunidades específicas que gostariam de discutir mais aprofundadamente. Os funcionários da m2m são altamente formados, qualificados e profundamente empenhados na nossa convicção comum de que a saúde é um direito humano básico e um alicerce de oportunidades para todos. Estamos confiantes de que seriam uma mais-valia para muitas organizações.
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Para discutir uma parceria connosco neste momento, por favor contacte Tricia Cassidy, Diretora Sénior de Desenvolvimento Comercial – [email protected]
Para discutir oportunidades de emprego para o pessoal da m2m, por favor contacte: Meaka Biggs, Diretora de Pessoal – [email protected]





















